AFINAL, ONDE A BASE SE ESCONDE?

terça-feira, 4 de setembro de 2012
Durante os Jogos de Londres muito se ouviu sobre “investimentos na base”. Ou “o dinheiro não chega à base”.

Mas, afinal, onde está a base?

Está por aí, pelos estados, pelas cidades escondidas, Brasil afora, esperando que o dinheiro público, um dia, chegue onde tem um atleta em potencial, um talento.

Afonso Morais foi ao Nordeste visitar a família. E com a sensibilidade de repórter que enxerga notícia escondida ele não perdeu a chance  de entrevistar um ex-campeão de corridas de rua, hoje técnico, que explica, em parte, sobre a tal “base e suas dificuldades.”

Afonso, colaborador deste blog, me alertou para as limitações técnicas da gravação, feita num celular.

Não se preocupe, Amigo. O que importa é a mensagem. Ela está muito clara e complementa, perfeitamente, a entrevista do técnico campeão olímpico, Luiz Alberto de Oliveira, que ontem publiquei.  Essas duas postagens ajudam a enter um pouco mais os problemas do nosso esporte, rico em dinheiro e pobre em gestão.

Escondido no Nordeste
Por Afonso Morais

Na ressaca de uma das mais decepcionantes campanhas olímpicas do Brasil, a entrevista a seguir pode esclarecer as razões do fraco desempenho do atletismo brasileiro nos Jogos de Londres. Com a experiência de quem venceu inúmeras competições, o atleta Francisco Armendes Cardoso, de 38 anos, nos faz entender como, apesar dos 26 milhões de reais disponíveis para a Confederação Brasileira de Atletismo (sendo 24 milhões de verba pública), a modalidade retrocedeu 20 anos nesta edição das Olimpíadas, já que o país também não conquistou nenhuma medalha no atletismo nos Jogos de Barcelona, em 1992.

 

Fonte: Blog do José Cruz/UOL Esportes

NOTA DO PATUNEWS: A entrevista acima foi concedida a Afonso Morais, assessor do ex-jogador de futebol e atual deputado federal ROMÁRIO, em recente visita a nossa cidade para visitar o Santuário do Lima.


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