DEICOR CONFIRMA QUE HOMEM MORTO EM CONFRONTO ERA MÁRCIO DE GODÔ, PISTOLEIRO QUE MATOU ELINALDO SIMIÃO

sexta-feira, 8 de junho de 2012
Policiais da Divisão Especializada em Investigação e Combate ao Crime Organizado (Deicor) confirmaram a imprensa que o homem morto em confronto na noite de quarta-feira, (06), com uma equipe de policiais na BR 304 próximo a cidade de Santa Maria/RN, era mesmo Mário José Francilino, também conhecido como “Márcio de Godô, ou Cabeça“, que foi julgado e condenado em 2010, pela morte de Elinaldo Simião Pereira, na cidade de Pau dos Ferros no dia 10 de abril de 2006.

A confirmação fora feita pelo delegado adjunto da Divisão Especial de Investigação e Combate ao Crime Organizado – DEICOR, Normando Feitosa, que estava investigando o grupo criminoso. Os policiais receberam informações de que três homens em um veículo Citroen de cor prata em atitude suspeita estavam naquela região, e que eles provavelmente participaram da ação criminosa de arrombamento a caixas eletrônicos em São José de Campestre.

A equipe da DEICOR voltava de uma diligência na cidade de Alto do Rodrigues, onde levantavam informações sobre assalto a banco, então decidiram realizar uma Blitz na rodovia. O carro prata com os homens foi visto. Os policiais deram voz de parada, mas, os ocupantes não obedeceram, abrindo fogo contra os policias que revidaram. 

Com o tiroteio, os carros ficaram crivados de bala. Um homem do bando foi atingido, enquanto os outros conseguiram escapar. Provavelmente os dois estão feridos. As buscas foram dificultadas por causa da mata fechada no local.

Na blitz, um taxista que dava apoio ao grupo criminoso foi parado. Os policiais resolveram concluir aquele momento da incursão para que o corpo pudesse ser removido para o ITEP e o taxista ouvido. Ele já confessou o apoio. As investigações para prender o bando continuam.

 No veículo em que Marcio de Gôdo foi morto também foi encontrado um revolver calibre 38 e algumas ferramentas normalmente utilizadas para arrombamento de Caixas Eletrônicos, Colete à prova de balas e capa tática de colete, além de alguns telefones celulares.

Em seguida, os policiais avistaram quando um táxi, placas NNT-1236, passou lentamente pelo local, estacionando próximo ao Citroen. Os agentes resolveram abordar o carro, encontrando o taxista Gilson Antônio do Nascimento, que inclusive já havia sido preso em outras ocasiões na DEPROV e na delegacia de São José de Mipibú/RN. Os policiais descobriram a foto dele num dos telefones encontrados dentro do Citroen.

O preso Gilson Antonio do Nascimento é irmão de Genilson Antônio do Nascimento, que ligou para ele avisando que estava baleado, na cidade de Santa Maria/RN, pedindo para ir buscá-lo. Gilson afirmou em depoimento que não conhece o bandido “Márcio de Godô”, que foi morto na ação.  

Relembre - O Márcio de Godô foi julgado e condenado por ter assassinado Elinaldo Simião em 2006, na cidade de Pau dos Ferros. Ele praticou na companhia de Rogério Lima Costa, este também condenado. A mandante do crime teria sido, Agnaldo Fernandes Benevides, viúva de José Valdetário Benevides. Ela foi julgada e condenada. Sua pena ela cumpre na Penitenciária Estadual do Seridó em Caicó. Atualmente seu regime é o semi-aberto.  O Márcio de Godô também cumpria sua pena no regime semi-aberto no Sistema Prisional do Rio Grande do Norte.

Fonte: Sidney Silva via Nosso Paraná 

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NOTA DO PATUNEWS: Justiça seja feita. Um elemento que tem como profissão ser bandido, praticando um dos mais hediondos crimes, que é matar por dinheiro, foi condenado em 2010 pelos corajosos jurados pauferrenses, e menos de dois anos depois já está solto, assim não podemos esperar a diminuição no índice de violência  no país, pelo contrário, a impunidade só incentiva à criminalidade.  

2 comentários:

Anônimo disse...

SE POSSIVEL DIVULGAR O DIA DOS NAMORADOS DA RCC PATU
TEM CARTAZ NO BLOG http://tercodoshomenspatu.blogspot.com.br/
JÁ AGRADEÇO
ELEIKA MOURA

Anônimo disse...

Imagine o risco para aqueles que serviram de testemunhas de acusação no júri. Nesse caso, felizmente, o Delegado de Pau dos Ferros foi a única testemuna