DESEMBARGADOR RAFAEL GODEIRO SE DEFENDE ATRAVÉS DE NOTA

quinta-feira, 12 de abril de 2012
DESEMBARGADOR RAFAEL GODEIRO

O Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte divulgou na manhã de hoje (12) em seu portal de notícias, na internet, uma nota do desembargador, Rafael Godeiro, que está sendo acusado pela ex-chefe da divisão de precatórios, Carla Ubarana, de participar do esquema de desvio de verbas públicas.  

CLIQUE AQUI e veja a nota na íntegra no Portal da Tribuna do Norte. 

8 comentários:

Francisco Bezerra disse...

O CNJ "Conselho Nacional de Justiça"deveria fazer uma acareação entre vítimas, e testemunha desse caso,assim saberíamos com que está verdade.
A sociedade está farta, de denúncias que muitas vezes caem no esquecimento.Se os desembargadores envolvidos nas tais denúncias deixarem barato,serão colocados sempre a execração pública.
Cabe agora apenas a justiça,provar quem é inocente,ou culpado,o que não podemos,é ver um patuense motivo de chacotas.

Anônimo disse...

O trabalhador honesto paga seus impostos com muito dificuldade. o desonesto que ganha muito, ainda nos rouba. Brasil precisa de homens que punam esses corruptos que tiram dinheiro da saúde, educação, segurança e ainda dão uma de bonzinho e honesto. Se o ladrão de galinha vai pra cadeia, por que o de gravata não vai? Devolvam nosso dinheiro e paguem na cadeia.

Cidadão honesto revoltado.

Anônimo disse...

SINTO VERGONHA DE MIM
Sinto vergonha de mim, por ter sido educador de parte deste povo, por ter batalhado sempre pela justiça, por compactuar com a honestidade, por primar pela verdade, e por ver este povo já chamado varonil, enveredar pelo caminho da desonra.
Sinto vergonha de mim, por ter feito parte de uma era que lutou pela democracia, pela liberdade de ser e ter que entregar aos meus filhos, simples e abominavelmente a derrota das virtudes pelos vícios, a ausência da sensatez no julgamento da verdade, a negligência com a família, célula-mater da sociedade, a demasiada preocupação com o ‘eu’ feliz a qualquer custo, buscando a tal ‘felicidade’ em caminhos eivados de desrespeito para com o seu próximo.
Tenho vergonha de mim pela passividade em ouvir, sem despejar meu verbo a tantas desculpas ditadas pelo orgulho e vaidade, a tanta falta de humildade para reconhecer um erro cometido, a tantos ‘floreios’ para justificar atos criminosos, a tanta relutância em esquecer a antiga posição de sempre ‘contestar’, voltar atrás e mudar o futuro.
Tenho vergonha de mim, pois faço parte de um povo que não reconheço, enveredando por caminhos que não quero percorrer…
Tenho vergonha da minha impotência, da minha falta de garra, das minhas desilusões e do meu cansaço. Não tenho para onde ir, pois amo este meu chão, vibro ao ouvir o meu Hino e jamais usei a minha Bandeira para enxugar o meu suor, ou enrolar o meu corpo na pecaminosa manifestação de nacionalidade.
Ao lado da vergonha de mim, tenho tanta pena de ti, povo deste mundo!
‘De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar da virtude. A rir-se da honra, a ter vergonha de ser honesto’.
Rui Barbosa

Anônimo disse...

cidadão homesto revoltado?! não será muita presunção, se auto-intitular dessa forma?

Anônimo disse...

Amigo anônimo, não me sinto presunçoso. continuarei revoltado enquanto não vir esses inimigos da sociedade pagando pelo que devem.
assinado: cidadão que continua honesto e revoltado.

Anônimo disse...

Imaginemos a quantidade de cidadãos condenados, considerados culpados, por julgamentos errados, feitos por pessoas que não tem condições de julgar. Se ocorre isso com a mais alta corte do estado, imaginem o trabalho da justiça a nível de foruns municipais.

Anônimo disse...

Se esse tipo de coisa ocorre na mais alta corte do estado, imaginemos o que pode acontecer de errado a nível de foruns municipais. quantos inocentes foram condenados? quantos julgamentos errados? quantas sentenças erradas? quanta coisa assinada sem nem se ver o que era.

Anônimo disse...

Se esse tipo de coisa ocorre na mais alta corte do estado, imaginemos o que pode acontecer de errado a nível de foruns municipais. quantos inocentes foram condenados? quantos julgamentos errados? quantas sentenças erradas? quanta coisa assinada sem nem se ver o que era.