BR 226: DO RIO GRANDE DO NORTE ATÉ TOCANTINS
É grande o número de acidentes, muitos com vítimas fatais, que têm acontecido ao longo da Rodovia BR 226, que parte de Natal, atravessa o Seridó, passa pelo Médio Oeste e chega ao Alto Oeste, para de lá seguir até o Ceará e depois para Tocantins, quando um dia assim for concluída.
Com pavimentação asfáltica existente até as proximidades da cidade de Pau dos Ferros (na verdade faltam dezesseis quilômetros até a "Princesinha do Alto Oeste"), a BR 226 tem registrado um grande número de acidentes em todo o seu percurso.
Nos Municípios de Messias Targino e Patu, porém, parece que os acidentes são mais frequentes, principalmente nas proximidades das respectivas zonas urbanas.
Se há redutores de velocidade no trecho da BR 226 que corta a cidade de Janduís, o mesmo não acontece nos trechos que atravessam as cidades de Messias Targino e Patu.
Em Patu a situação é ainda mais crítica, pois a BR 226 cruza com a RN 078 em dois locais diferentes, nos arredores da cidade, e num destes locais (saída para Olho D´água do Borges/Mossoró), muitos têm sido os acidentes acontecidos.
A prefeita de Messias Targino, Shirley Ferreira Targino, postulou junto ao Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) que redutores de velocidade fossem construídos no percurso da BR 226 que corta a zona urbana. Até o momento, porém, o DNIT não apresentou qualquer resposta.
O policial militar Cláudio Renê de Almeida, que frequentemente usa o acostamento da BR 226 para a prática de ciclismo juntamente com diversas outras pessoas de Patu, mostra-se preocupado com a situação, relatando ao Blog os perigos que existem no entorno de Patu por causa da falta de redutores de velocidade na BR 226.
Diversos blogs postados a partir de Patu já alertaram para o problema, que parece nem existir para o DNIT.
Aliás, o DNIT sequer fiscaliza a BR 226, e permite que proprietários rurais levem as cercas de seus imóveis até muito próximo do asfalto, havendo casos em que a cerca fica a aproximadamente dois metros do asfalto, o que representa um enorme perigo para motoristas que usam a via, já que fica praticamente inexistente, ou bastante reduzida, a necessária área de recuo que deve existir entre o asfalto e a cerca.
Fonte: O Messiense
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NOTA DO PATUNEWS: Concordo com as colocações do amigo Dr. Alcimar, mas na minha opinião os redutores de velocidades deveriam ser do tipo lombadas eletrônicas em todas as rodovias federais e estaduais que cortam o estado do Rio Grande do Norte, principalmente nas zonas urbanas das cidades por onde passam essas rodovias.
O estado do Ceará é exemplo na utilização de lombadas eletrônicas nas rodovias estaduais, em quase todas as rodovias estaduais nos deparamos com lombadas eletrônicas, principalmente nas zonas urbanas dos municípios cortados pelas rodovias, até mesmo nos pequenos povoados existem lombadas eletrônicas, já no Rio Grande do Norte não encontramos nenhuma lombada eletrônica nas rodovias, sejam federais ou estaduais.