quinta-feira, 20 de julho de 2017

VÍDEO: 6ª VOLTA CICLÍSTICA CIDADE DE PATU - POR THIAGO GOMES - DRONE

Ler na íntegra
terça-feira, 18 de julho de 2017

MAIS UMA CONTA AMARGA DO PT

Ler na íntegra
amarildocharge

A passagem do Par­tido dos Trabalha­dores (PT) pelo governo federal continua provo­cando efeitos ne­fastos para o País. O mais co­nhecido é a crise econômica, com suas consequências sobre o emprego, o consumo, o crédi­to, a atividade industrial, etc. A herança maldita petista conti­nua afetando, de variadas for­mas, a vida de todos os brasilei­ros. Além dessas consequên­cias gerais dos anos do PT no Palácio do Planalto, há outras que atingem especialmente al­gumas pessoas, como é o caso dos déficits dos fundos de pen­são de estatais e empresas de economia mista. Os frutos da má gestão dos petistas fazem com que trabalhadores e apo­sentados dessas empresas te­nham seus vencimentos des­contados mensalmente como forma de diminuir o rombo des­sas entidades de previdência complementar.

Conforme informa o Esta­do, cerca de 142 mil funcioná­rios e aposentados da Caixa Econômica Federal (CEF) e dos Correios são descontados mensalmente para cobrir os déficits dos fundosFuncef e Postalis, respectivamente. Além deles, até. o fim do ano, 77 mil funcionários da Petrobrástambém deverão arcar com parte do salário para co­brir os erros da gestão petista no fundo de pensão. O porcentual a ser descontado ainda não foi definido. Um dos pla­nos da Fundação Petrobrás de Seguridade Social (Petros) tem déficit de R$ 26,8 bilhões.

A conta paga pelo trabalha­dor pelos rombos dos fundos de pensão vem crescendo. Até junho, oFuncef descontava 2,78% dos vencimentos de seus participantes para cobrir o pre­juízo de 2014. Agora, por conta do déficit ocorrido em 2015, o desconto deve subir para 10,64%. E já está em estudo co­mo será coberto o prejuízo de 2016, no valor de R$ 6 bilhões. No momento, a situação mais dramática é a do fundo Posta­lis, que tem 84,2 mil participan­tes. O corte nas aposentadorias aproxima-se dos 18% e, até o fim do ano, deve chegar a 20%.

Os rombos desses fundos de pensão não são eventos cir­cunstanciais. Eles estão direta­mente relacionados com o aparelhamento promovido pelo PT. Ao longo de toda a gestão petista, os planos de previdên­cia complementar de estatais e empresas de economia mista foram utilizados para acomo­dar aliados políticos e, sobretu­do, para financiar projetos de interesse do PT.

Em vez de seguir os critérios de prudência e rigor técnico, necessários para a condução de qualquer investimento destina­do a assegurar o rendimento fu­turo dos participantes, os ges­tores desses fundos fizeram aplicações temerárias e duvido­sas, que atendiam a interesses partidários, no Brasil e no exte­rior, como os investimentos em títulos públicos da Argenti­na e da Venezuela.

Caso paradigmático dessa conduta danosa aos trabalhado­res foi o investimento de RS 1 bilhão feito pela Funcef na Se­te Brasil, empresa criada pelo governo petista para fornecer equipamentos para a explora­ção do petróleo do pré-sal e que está atualmente em recupe­ração judicial. O ex-diretor da empresa Pedro Barusco foi re­centemente condenado a devol­ver cerca de R$ 90 milhões, re­ferentes a propinas de contra­tos com estaleiros e a outros va­lores ilegais que recebia em fun­ção do cargo.

Esse desrespeito com o di­nheiro do trabalhador foi cons­tatado por diversos órgãos e instâncias. Ao investigar os qua­tro maiores fundos de estatais e empresas de economia mista (Petros, Funcef,Postalis e Previ, do Banco do Brasil), a Opera­ção Greenfield, da Polícia Fede­ral, apontou evidências de “ges­tão temerária e fraudulenta”, além de desvios criminosos de R$ 8 bilhões na gestão desses fundos. Também o Tribunal de Contas da União e aComissão Parlamentar de Inquérito dos Fundos de Pensão, realizada em 2015, apontaram erros na condução desses fundos.

Na verdade, os descontos nos vencimentos dos trabalha­dores e aposentados cobrem apenas metade do rombo. O restante é pago pelas empresas patrocinadoras dos fundos. Co­mo elas são estatais ou de eco­nomia mista, tem-se mais uma vez toda a sociedade pagando pelos erros do PT. Que nin­guém possa se iludir novamen­te com esse partido.
 
Fonte: O Estadão
quarta-feira, 12 de julho de 2017

6ª VOLTA CICLÍSTICA CIDADE DE PATU

Ler na íntegra

A Equipe de Ciclismo Patu Bike Turismo, em parceria com a Prefeitura Municipal de Patu, realizam no próximo domingo, dia 16 de julho, a 6ª Volta Ciclística Cidade de Patu.

REFORMA TRABALHISTA: VEJA O QUE MUDA COM A NOVA LEI

Ler na íntegra

O Senado aprovou nesta terça-feira (11) o texto da reforma trabalhista. Para virar lei, as novas regras ainda dependem da sanção do presidente Michel Temer. A reforma muda a lei trabalhista brasileira e traz novas definições sobre férias, jornada de trabalho e outras questões.
O governo ainda poderá editar uma Medida Provisória com novas alterações na lei trabalhista. A alternativa foi negociada para acelerar a tramitação da proposta no Congresso.

Veja abaixo as principais mudanças com a reforma trabalhista:

Férias: Regra atual
As férias de 30 dias podem ser fracionadas em até dois períodos, sendo que um deles não pode ser inferior a 10 dias. Há possibilidade de 1/3 do período ser pago em forma de abono.

Nova regra:
As férias poderão ser fracionadas em até três períodos, mediante negociação, contanto que um dos períodos seja de pelo menos 15 dias corridos.

Jornada: Regra atual
A jornada é limitada a 8 horas diárias, 44 horas semanais e 220 horas mensais, podendo haver até 2 horas extras por dia.

Nova regra
Jornada diária poderá ser de 12 horas com 36 horas de descanso, respeitando o limite de 44 horas semanais (ou 48 horas, com as horas extras) e 220 horas mensais.

Tempo na empresa: Regra atual
A CLT considera serviço efetivo o período em que o empregado está à disposição do empregador, aguardando ou executando ordens.

Nova regra
Não são consideradas dentro da jornada de trabalho as atividades no âmbito da empresa como descanso, estudo, alimentação, interação entre colegas, higiene pessoal e troca de uniforme.

Descanso: Regra atual
O trabalhador que exerce a jornada padrão de 8 horas diárias tem direito a no mínimo uma hora e a no máximo duas horas de intervalo para repouso ou alimentação.

Nova regra
O intervalo dentro da jornada de trabalho poderá ser negociado, desde que tenha pelo menos 30 minutos. Além disso, se o empregador não conceder intervalo mínimo para almoço ou concedê-lo parcialmente, a indenização será de 50% do valor da hora normal de trabalho apenas sobre o tempo não concedido em vez de todo o tempo de intervalo devido.

Remuneração: Regra atual
A remuneração por produtividade não pode ser inferior à diária correspondente ao piso da categoria ou salário mínimo. Comissões, gratificações, percentagens, gorjetas e prêmios integram os salários.

Nova regra:
O pagamento do piso ou salário mínimo não será obrigatório na remuneração por produção. Além disso, trabalhadores e empresas poderão negociar todas as formas de remuneração, que não precisam fazer parte do salário.

Plano de cargos e salários: Regra atual
O plano de cargos e salários precisa ser homologado no Ministério do Trabalho e constar do contrato de trabalho.

Nova regra:
O plano de carreira poderá ser negociado entre patrões e trabalhadores sem necessidade de homologação nem registro em contrato, podendo ser mudado constantemente.

Transporte: Regra atual
O tempo de deslocamento no transporte oferecido pela empresa para ir e vir do trabalho, cuja localidade é de difícil acesso ou não servida de transporte público, é contabilizado como jornada de trabalho.

Nova regra:
O tempo despendido até o local de trabalho e o retorno, por qualquer meio de transporte, não será computado na jornada de trabalho.

Trabalho intermitente (por período): Regra atual
A legislação atual não contempla essa modalidade de trabalho.

Nova regra:
O trabalhador poderá ser pago por período trabalhado, recebendo pelas horas ou diária. Ele terá direito a férias, FGTS, previdência e 13º salário proporcionais. No contrato deverá estar estabelecido o valor da hora de trabalho, que não pode ser inferior ao valor do salário mínimo por hora ou à remuneração dos demais empregados que exerçam a mesma função.
O empregado deverá ser convocado com, no mínimo, três dias corridos de antecedência. No período de inatividade, pode prestar serviços a outros contratantes.

Trabalho Remoto (home office): Regra atual
A legislação não contempla essa modalidade de trabalho.

Nova regra:
Tudo o que o trabalhador usar em casa será formalizado com o patrão via contrato, como equipamentos e gastos com energia e internet, e o controle do trabalho será feito por tarefa.

Trabalho Parcial: Regra atual
A CLT prevê jornada máxima de 25 horas por semana, sendo proibidas as horas extras. O trabalhador tem direito a férias proporcionais de no máximo 18 dias e não pode vender dias de férias.

Nova regra:
A duração pode ser de até 30 horas semanais, sem possibilidade de horas extras semanais, ou de 26 horas semanais ou menos, com até 6 horas extras, pagas com acréscimo de 50%. Um terço do período de férias pode ser pago em dinheiro.

Negociação: Regra atual
Convenções e acordos coletivos podem estabelecer condições de trabalho diferentes das previstas na legislação apenas se conferirem ao trabalhador um patamar superior ao que estiver previsto na lei.

Nova regra:
Convenções e acordos coletivos poderão prevalecer sobre a legislação. Assim, os sindicatos e as empresas podem negociar condições de trabalho diferentes das previstas em lei, mas não necessariamente num patamar melhor para os trabalhadores.
Em negociações sobre redução de salários ou de jornada, deverá haver cláusula prevendo a proteção dos empregados contra demissão durante o prazo de vigência do acordo. Esses acordos não precisarão prever contrapartidas para um item negociado.
Acordos individualizados de livre negociação para empregados com instrução de nível superior e salário mensal igual ou superior a duas vezes o limite máximo dos benefícios do INSS (R$ 5.531,31) prevalecerão sobre o coletivo.

Prazo de validade das normas coletivas: Regra atual
As cláusulas dos acordos e convenções coletivas de trabalho integram os contratos individuais de trabalho e só podem ser modificados ou suprimidos por novas negociações coletivas. Passado o período de vigência, permanecem valendo até que sejam feitos novos acordos ou convenções coletivas.

Nova regra:
O que for negociado não precisará ser incorporado ao contrato de trabalho. Os sindicatos e as empresas poderão dispor livremente sobre os prazos de validade dos acordos e convenções coletivas, bem como sobre a manutenção ou não dos direitos ali previstos quando expirados os períodos de vigência. E, em caso de expiração da validade, novas negociações terão de ser feitas.

Representação: Regra atual
A Constituição assegura a eleição de um representante dos trabalhadores nas empresas com mais de 200 empregados, mas não há regulamentação sobre isso. Esse delegado sindical tem todos os direitos de um trabalhador comum e estabilidade de dois anos.

Nova regra:
Os trabalhadores poderão escolher 3 funcionários que os representarão em empresas com no mínimo 200 funcionários na negociação com os patrões. Os representantes não precisam ser sindicalizados. Os sindicatos continuarão atuando apenas nos acordos e nas convenções coletivas.

Demissão: Regra atual
Quando o trabalhador pede demissão ou é demitido por justa causa, ele não tem direito à multa de 40% sobre o saldo do FGTS nem à retirada do fundo. Em relação ao aviso prévio, a empresa pode avisar o trabalhador sobre a demissão com 30 dias de antecedência ou pagar o salário referente ao mês sem que o funcionário precise trabalhar.

Nova regra:
O contrato de trabalho poderá ser extinto de comum acordo, com pagamento de metade do aviso prévio e metade da multa de 40% sobre o saldo do FGTS. O empregado poderá ainda movimentar até 80% do valor depositado pela empresa na conta do FGTS, mas não terá direito ao seguro-desemprego.

Danos Morais: Regra atual
Os juízes estipulam o valor em ações envolvendo danos morais.

Nova regra:
A proposta impõe limitações ao valor a ser pleiteado pelo trabalhador, estabelecendo um teto para alguns pedidos de indenização. Ofensas graves cometidas por empregadores devem ser de no máximo 50 vezes o último salário contratual do ofendido.

Contribuição sindical: Regra atual
A contribuição é obrigatória. O pagamento é feito uma vez ao ano, por meio do desconto equivalente a um dia de salário do trabalhador.

Nova regra:
A contribuição sindical será opcional.

Terceirização: Regra atual
O presidente Michel Temer sancionou o projeto de lei que permite a terceirização para atividades-fim.

Nova regra:
Haverá uma quarentena de 18 meses que impede que a empresa demita o trabalhador efetivo para recontratá-lo como terceirizado. O texto prevê ainda que o terceirizado deverá ter as mesmas condições de trabalho dos efetivos, como atendimento em ambulatório, alimentação, segurança, transporte, capacitação e qualidade de equipamentos.

Gravidez: Regra atual
Mulheres grávidas ou lactantes estão proibidas de trabalhar em lugares com condições insalubres. Não há limite de tempo para avisar a empresa sobre a gravidez.

Nova regra:
É permitido o trabalho de mulheres grávidas em ambientes considerados insalubres, desde que a empresa apresente atestado médico que garanta que não há risco ao bebê nem à mãe. Mulheres demitidas têm até 30 dias para informar a empresa sobre a gravidez.

Banco de horas: Regra atual
O excesso de horas em um dia de trabalho pode ser compensado em outro dia, desde que não exceda, no período máximo de um ano, à soma das jornadas semanais de trabalho previstas. Há também um limite de 10 horas diárias.

Nova regra
O banco de horas pode ser pactuado por acordo individual escrito, desde que a compensação se realize no mesmo mês.

Rescisão contratual: Regra atual
A homologação da rescisão contratual deve ser feita em sindicatos.

Nova regra:
A homologação da rescisão do contrato de trabalho pode ser feita na empresa, na presença dos advogados do empregador e do funcionário – que pode ter assistência do sindicato.

Ações na Justiça: Regra atual
O trabalhador pode faltar a até três audiências judiciais. Os honorários referentes a perícias são pagos pela União. Além disso, quem entra com ação não tem nenhum custo.

Nova regra:
O trabalhador será obrigado a comparecer às audiências na Justiça do Trabalho e, caso perca a ação, arcar com as custas do processo. Para os chamados honorários de sucumbência, devidos aos advogados da parte vencedora, quem perder a causa terá de pagar entre 5% e 15% do valor da sentença.
O trabalhador que tiver acesso à Justiça gratuita também estará sujeito ao pagamento de honorários de perícias se tiver obtido créditos em outros processos capazes de suportar a despesa. Caso contrário, a União arcará com os custos. Da mesma forma, terá de pagar os honorários da parte vencedora em caso de perda da ação.
Além disso, o advogado terá que definir exatamente o que ele está pedindo, ou seja, o valor da causa na ação.
Haverá ainda punições para quem agir com má-fé, com multa de 1% a 10% da causa, além de indenização para a parte contrária. É considerada de má-fé a pessoa que alterar a verdade dos fatos, usar o processo para objetivo ilegal, gerar resistência injustificada ao andamento do processo, entre outros.
Caso o empregado assine a rescisão contratual, fica impedido de questioná-la posteriormente na Justiça trabalhista. Além disso, fica limitado a 8 anos o prazo para andamento das ações. Se até lá a ação não tiver sido julgada ou concluída, o processo será extinto.

Multa: Regra atual
A empresa está sujeita a multa de um salário mínimo regional, por empregado não registrado, acrescido de igual valor em cada reincidência.

Nova regra:
A multa para empregador que mantém empregado não registrado é de R$ 3 mil por empregado, que cai para R$ 800 para microempresas ou empresa de pequeno porte.

Fonte: G1

NOTA DO BLOG: A reforma trabalhista, a exemplo da reforma previdenciária é um mal necessário.
sábado, 10 de junho de 2017

90 ANOS DA INVASÃO DO BANDO DE LAMPIÃO A MOSSORÓ - A TRILHA DO CANGAÇO NO RN

Ler na íntegra

O povo falava que Lampião tinha passado por aqui e tinha umas armas guardadas...”. Foi assim que dona Ilma de Oliveira começou a contar a história que sempre ouviu dos mais velhos. A senhora de cinquenta e poucos anos mora na casa que serviu de apoio aos cangaceiros em 10 de junho de 1927. Naquele dia de madrugada Lampião e seu bando entravam em terras potiguares. Eles chegaram pela Paraíba, cruzaram a divisa dos estados e apearam-se bem na casa onde dona Ilma criou os três filhos. A estrutura é quase a mesma: paredes largas, teto alto, tornos de madeira e caritós para guardar objetos. “Até um tempo desse os familiares do antigo dono ainda vinha aqui olhar e recordar”, conta.

CLIQUE AQUI e veja a matéria na íntegra.

ARRAIÁ PATU DANÇÁ TERÁ INÍCIO NESTE SÁBADO, DIA 10 E PROSSEGUIRÁ ATÉ DIA 08 DE JULHO

Ler na íntegra

O tradicional evento reúne todas as instituições de Patu em uma grandiosa festa junina, considerada a maior de toda a região.

O cortejo sairá do Bairro da Estação às 18h com a ANIMAÇÃO DO TRIO CAPILÉ E DEDIM GOUVEIA pelas principais Avenidas da cidade, até a Praça de Eventos Oliveira Rocha.


Venha fazer parte desta festa.

Em junho Patu é só alegria!

Fonte: Assessoria de Comunicação Social



quarta-feira, 31 de maio de 2017

VEM AÍ! 1ª CAVALGADA NA ROTA DO TREM - PATU A MOSSORÓ-RN

Ler na íntegra

quarta-feira, 24 de maio de 2017

CAVALGADA NA ROTA DO TREM FOI ADIADA PARA O DIA 16 DE JUNHO

Ler na íntegra
Reunião de integrantes da Comissão Organizadora com representantes das secretarias de Agricultura e Cultura de Mossoró definiu nova data para a realização da 1ª Cavalgada na Rota do Trem.


A 1ª Cavalgada na Rota do Trem (Patu/Mossoró), que estava previsto para sair de Patu no dia 09 de junho, foi adiada para sair no dia 16 do mesmo mês, a pedido dos representantes das secretarias de agricultura e cultura de Mossoró, as quais estão organizando a recepção em Mossoró dos vaqueiros e amazonas que participarão dessa grande cavalgada. 
O adiamento se deu em virtude da abertura do Mossoró Cidade Junina que ocorrerá no sábado, dia 10, com a realização do tradicional Pingo da Mei Dia, e como a cavalgada chegaria no domingo, dia 11, ficaria cansativo para as equipes das duas secretarias prepararem a recepção e toda programação que será desenvolvida logo após a chegada da cavalgada em Mossoró.  
Ficou acertado pelos membros da comissão organizadora que a 1ª Cavalgada na Rota do Trem partirá de Patu às 4 horas de sexta-feira, dia 16, e após paradas para descanso nos municípios de Caraúbas e Governador Dix-Sept Rosado, a cavalgada deverá chegar por volta das 12 horas do domingo, dia 18, em Mossoró.
Este será o maior desafio já enfrentado pelos amantes das cavalgadas da região, superando a cavalgada das serras de Patu a Martins. 
Preparem as montarias e vamos reviver os desafios enfrentados por nossos antepassados.



DIA 28 DE MAIO: 9ª ROMARIA DO TERÇO DOS HOMENS AO SANTUÁRIO DO LIMA EM PATU

Ler na íntegra

quarta-feira, 17 de maio de 2017

MICHEL TEMER DAR AVAL PARA COMPRAR SILÊNCIO DE CUNHA

Ler na íntegra
O presidente Michel Temer, durante entrevista à Rede Vida (Foto: Marcos Corrêa/PR)

Os donos da JBS disseram em delação à Procuradoria-Geral da República (PGR) que gravaram o presidente Michel Temer dando aval para comprar o silêncio do deputado cassado e ex-presidente da Câmara dos Deputados Eduardo Cunha (PMDB-RJ), depois que ele foi preso na operação Lava Jato. A informação é do colunista do jornal "O Globo" Lauro Jardim.

CLIQUE AQUI e veja mais informações.

REALIZADA A 1ª REUNIÃO DA 1ª CAVALGADA NA ROTA DO TREM PATU/MOSSORÓ

Ler na íntegra
Naelson, Galêgo de Elaído, Artur Targino, Tarcísio Jales, Júnior Baiano e Vieira.


Foi realizada a 1ª reunião de parte da comissão organizadora da 1ª Cavalgada na Rota do Trem que sairá de Patu no dia 09 de junho e chegará em Mossoró no dia 11/06/2017.

A reunião contou com a participação de Naelson, Galêgo de Elaído, Júnior Baiano e Vieira, membros do Grupo de Cavalgadas Nossa Senhora dos Impossíveis, além de Tarcísio Jales e Artur Targino, representantes do Grupo de Cavalgas "Cavalgada do Sertão", de Messias Targino. 

A Cavalgada na ROTA DO TREM foi idealizada pelo Grupo de Cavalgadas Nossa dos Impossíveis de Patu, mas a organização já conta com o apoio do Grupo Cavalgadas "Cavalgada do Sertão", de Messias Targino, do Grupo de Cavalgadas São Sebastião, de Caraúbas, de Antônio Bolota, prefeito de Governador Dix-Sept Rosado, Grupo de Cavalgadas Santo Expedito, de Mossoró e das secretarias de Agricultura e Cultura de Mossoró.

A Cavalgada na Rota do Trem é um evento de cunho cultural e tem por objetivo resgatar a ROTA que era feita pelo TREM que saía de Sousa, no vizinho estado da Paraíba até Mossoró, rota essa que era feita todos os dias, de ida e volta. A cavalgada seguirá na medida do possível a mesma rota que era feita pelo trem, inclusive com paradas culturais em todas as estações ao longo do caminho, tendo como ponto de partida a antiga estação do trem de Patu e ponto de chegada a antiga estação do trem de Mossoró, hoje o centro cultural Eliseu Ventania.

A cavalgada ainda tem por objetivo reviver os desafios enfrentados por nossos antepassados (alguns ainda vivos), que se deslocavam de Patu e cidades vizinhas, e até do vizinho estado da Paraíba, com destino a Mossoró, em lombos de animais conduzindo produtos da região e trazendo produtos da cidade grande para a região, além de conduzirem boiadas para serem vendidas em Mossoró.

A Cavalgada na Rota do Trem fará parte das festividades de abertura do Mossoró Cidade Junina, bem como das festividades de comemoração dos 90 anos da invasão do bando de Lampião à Cidade de Mossoró. 

Nesta quinta-feira, dia 18 de junho, representantes da comissão organizadora de Patu, Messias Targino, Caraúbas, Governador Dix-Sept Rosado-RN e Mossoró, irão se reunirem com representantes das secretarias de Agricultura e Cultura de Mossoró, para acertarem todos os detalhes da chegada da cavalgada a Mossoró, que deverá ocorrer por volta do meio dia do domingo, dia 11 de junho de 2017.

VEM AÍ! 6ª VOLTA CICLÍSTICA CIDADE DE PATU - DIA 16 DE JULHO

Ler na íntegra

DESFILE: FASHION NIGHT MR VIP - DIA 20 DE MAIO NO POINT VIP

Ler na íntegra

(Foto: Cedida)

Em Patu, acontecerá no próximo sábado, 20 de maio, a partir das 19 horas, grande evento no ramo da moda. Será o Fashion Night MR Vip, que apresentará a tendência da moda adulta e infantil, masculina e feminina, para o segundo semestre do ano de 2017.

O evento, que acontecerá no Bar e Petiscaria Point Vip, é uma promoção da MR Confecções e Variedades, de Elizângela Ferreira, e de Shirley Holanda, proprietária do Point.

A Di Marca Bijoux também estará na passarela com muitos acessórios da moda.

A cabeleireira Rosana Cavalcante, o ateliê de Hudson Holanda e o decorador de ambientes Genival Júnior apoiam e ajudam a promover o Fashion Nigth MR Vip, que espera receber pessoas de vários Municípios da região Oeste do Estado.

A cobertura do evento ficará a cargo da iterativa Nara Elias e de Tiago Gomes, da Bitin Cell.

Aliás, pelas redes sociais o evento terá cobertura em tempo real.

Fonte: Blog Christianne Alves